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A resposta destruidora de Israel às ameaças iranianas

Ao longo das últimas décadas o Irã vem prometendo destruir Israel. Praças, ruas e avenidas das maiores cidades iranianas estão repletas de gigantescos cartazes anunciando a proposta destruição. E as mensagens estão em farsi, a língua local, e em hebraico. Ao longe, Israel observava as ameaças e monitorava a potencial probabilidade delas se concretizarem. No momento em que as fontes de informação chegaram à conclusão de que o perigo era real, Israel agiu, atacando e neutralizando preventivamente todas as bases da ameça.

Poucas horas após os ataques, uma fonte credível revelou ao Arutz Sheva, o Canal 7 de Israel, detalhes sobre o extenso ataque israelense contra a infraestrutura estratégica iraniana. Segundo a fonte, a operação Rugido do Leão levou anos para ser planejada e foi executada em estreita cooperação entre as Forças de Defesa de Israel (IDF), o Mossad e as indústrias de defesa israelenses.

Em preparação para a operação, as Forças de Defesa de Israel e o Mossad trabalharam lado a lado para reunir dossiês detalhados de inteligência sobre altos funcionários da defesa e cientistas nucleares iranianos, possibilitando eliminações precisas e direcionadas. Simultaneamente, foi lançada uma campanha secreta para neutralizar o conjunto estratégico de mísseis do Irã por meio de uma combinação de ataques aéreos e operações de cobertura profunda no terreno.

Segundo a fonte, nos últimos anos, o Mossad, em conjunto com as IDF, e utilizando tecnologias avançadas do setor de defesa, realizou uma série de missões secretas de sabotagem no coração do Irã. Essas ações degradaram diretamente as capacidades de defesa aérea e os sistemas de mísseis estratégicos da nação persa.

Como se deu a operação – Unidades especiais do Mossad infiltraram-se no centro do Irã e pré-posicionaram sistemas de armas guiadas de precisão perto das baterias de mísseis terra-ar (SAM) iranianos. Conforme a Força Aérea Israelense lançava seu ataque aéreo, esses sistemas eram ativados e lançavam ataques de precisão simultaneamente, atingindo alvos-chave com precisão excepcional.

Sistemas de ataque baseados em veículos – Para neutralizar ainda mais os sistemas de defesa aérea do Irã – que representavam uma ameaça às aeronaves israelenses – o Mossad implantou secretamente tecnologias de ataque embutidas em veículos civis em todo o Irã. Quando a operação começou, essas plataformas ocultas lançaram munições poderosas que destruíram seus alvos designados: a infraestrutura de defesa aérea do Irã.

Bases secretas de drones – O Mossad estabeleceu uma base secreta de drones carregados de explosivos, contrabandeados para o Irã muito antes do ataque. Durante a ofensiva israelense, esses drones foram lançados contra lançadores de mísseis terra-terra iranianos localizados na base de Esfajabad, perto de Teerã – um local estratégico que representa uma das maiores ameaças a alvos militares e civis israelenses – e os destruíram com sucesso.

A fonte sênior enfatizou que a operação “exigiu planejamento ousado e sofisticado, pensamento estratégico inovador e dissimulação complexa”. Ele acrescentou: “Esta missão — possibilitada por informações precisas, tecnologia de ponta e a execução corajosa de agentes em terra — representou um golpe doloroso nas capacidades estratégicas do Irã e deixou uma mensagem clara: Israel não permitirá que seus inimigos adquiram armas de destruição em massa.”

Destruição total!

Para Israel, não bastava destruir as centrais nucleares, era preciso neutralizar também a capacidade iraniana de atacar Israel através de meios convencionais. Como temos visto na guerra da Rússia contra a Ucrânia, os drones representam hoje armas estratégicas de imensa importância, razão pela qual as Forças de Defesa de Israel, em conjunto com o Mossad e a Força Aérea de Israel, concentraram suas atenções em destruir toda a infraestrutura ligada a este setor. E estes foram os principais alvos destruídos.

Indústrias Ghazanfar Roknabadi – As Industrias Ghazanfar Roknabadi é a principal fornecedora de drones para a Guarda Revolucionária Islâmica, IRGC na sigla em inglês. A Ghazanfar fornece suporte e treinamento para as fábricas da Força Aeroespacial da IRGC.

Fábricas de drones de Semnan – Todas as instituições militares, incluindo o IRGC, Bassij, as Forças de Segurança do Estado (SSF) e a defesa do Exército, atuam conjuntamente neste complexo, fazendo parte de um grupo de trabalho especializado na produção de drones que trabalha no projeto e na reprodução de drones leves e silenciosos. Vários especialistas em TI, tecnologia da informação, e engenheiros trabalhavam nesta unidade. Os drones aí produzidos destinam-se a controlar as fronteiras oeste e leste do país.

Indústrias Aéreas Quds – As Indústrias Aéreas Quds operam sob o comando da Indústria da Aviação do Ministério da Defesa e está localizada no início de uma rodovia que liga a cidade de Karaj à capital do país, Teerã. A fábrica fica ao lado da Base Aérea de Ghadr do IRGC, no Aeroporto de Mehrabad.

Indústrias Aeroespaciais Fajr – A Fajr é outra das fábricas controladas pela Organização da Indústria da Aviação do Ministério da Defesa. Ela produz aeronaves monomotoras de pequeno porte e peças para drones. Está localizada ao lado das Indústrias Aéreas Quds e sua destruição foi simultânea a estas.

Companhia de Fabricação de Aeronaves do Irã (HESA) – Esta empresa é uma das maiores subsidiárias da Organização da Indústria da Aviação do Ministério da Defesa. Além de fabricar peças para aeronaves, também atua na construção de drones e componentes para drones. Foi esta empresa que desenvolveu o Ababil, um modelo menor e muito letal de drone.

Indústrias Basir – As Indústrias Basir trabalham diretamente ligadas à Organização da Indústria da Aviação do Ministério da Defesa. Ela produz diversas peças e componentes para as indústrias aeroespacial e marítima, incluindo a produção das sempre estratégicas baterias dos drone. Esta empresa também é responsável pela construção dos motores a diesel utilizados nas lanchas da IRGC.

Bespar Sazeh – A Bespar Sazeh é uma empresa especializada em construir as estrutura externas dos drones, atuando nas áreas de design, modelagem, moldagem e produção de diversas peças e componentes metálicos.

Aeroporto Sepehr e Companhia Paravar Pars – O Aeroporto de Sepehr e o complexo aeroespacial a ele ligado operam sob a supervisão da Paravar Pars Company, uma empresa pertencente à Unidade de Pesquisa de Aviação da Universidade Imam Hossein do IRGC.

As imagens acima foram disponibilizadas pelo NCRI, o Conselho Nacional de Resistência do Irã, um grupo que representa o Governo Persa no Exílio. Trata-se de iranianos que fugiram do regime dos aiatolás e trabalham no exterior para restabelecer a democracia no Irã. Trata-se de uma organização amiga dos EUA e de Israel. Praticamente todas estas estruturas foram destruídas na madrugada desta sexta-feira, 13 de junho de 2025.

ANDS | ARUTZ SHEVA | NCRI

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