Mostafa Ahmadi-Roshan, um dos cérebros por trás do projeto nuclear iraniano, tinha dois objetivos na vida: Lutar contra Israel e tornar-se um mártir. Conseguiu. ISRAEL AJUDA AS PESSOAS A ATINGIR OS SEUS OBJETIVOS O cientista Mostafa Ahmadi-Roshen tinha 32 anos e era um dos cérebros por trás do mundialmente condenado projeto nuclear iraniano para construção de uma bomba atômica. Nesta quarta-feira, o carro em que viajava foi armadilhado com uma bomba e o cientista morreu. O governo iraniano condenou o ataque atribuindo o atentado aos Estados Unidos e a Israel. A diplomacia americana negou e as autoridades israelenses se calaram. Se foram os israelenses, não entendo as razões das críticas. Israel teria apenas e tão somente realizado dois dos maiores sonhos do jovem cientista. Em entr
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A CORAJOSA POSTURA DE ALGUNS EX-SEGUIDORES DE MAOMÉ Evito tocar nas questões islâmicas, pois confesso ter medo das represálias. Vivendo entre Israel e a Europa, não tenho condições (nem estrutura) para enfrentar a fúria maometana e as Fatwahs emitidas pelos seus seguidores. "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira". (João 8.44) Em fevereiro deste ano publicamos uma matéria que falava da selvageria imposta pelas leis islâmicas. Na oportunidade, a mídia veiculou a trágica notícia da morte de uma adolescente submetida a uma pena aplicada por um tribunal islâmico. Depois de
Ler maisPOR QUE GILAD SHALIT ESTAVA TÃO DESCONFORTÁVEL NA SUA PRIMEIRA ENTREVISTA? Para entender a constrangedora entrevista "concedida" por Gilad Shalit, observem os bastidores da mesma e imaginem-se na pele do jovem que ainda estava para ser libertado. Quem leu meu post-repúdio assim que terminou a malfadada entrevista (sic) "concedida" por Gilad Shalit antes da sua libertação, percebeu o quanto eu estava irado com a forma como o "interrogatório" foi conduzido. Depois, fiquei ainda mais irado quando vi a forma como a imprensa brasileira estava interpretando as palavras de Shalit. Será que ninguém percebeu que se tratava de uma pantomima? Os portais UOL e GLOBO caíram numa armadilha ou fazem parte dos mesmos mecanismos armadilhescos? Estou propenso a ficar com a segunda opinião. Algumas fot
Ler maisCOMO A MÍDIA BRASILEIRA "OUVIU" SHALIT Frase citada fora do contexto - ou sem contexto algum - mostra como as notícias chegam aos brasileiros medianos, leitores parciais das notícias internacionais. DISTORÇÕES Conforme nosso blog informou, em primeira mão na imprensa brasileira, Gilad Shalit concedeu uma confusa entrevista assim que passou para as mãos das Forças de Defesa de Israel. Na oportunidade, uma entrevistadora árabe disse ao debilitado refém, que havia mais de 4.000 prisioneiros palestinos (sic) em prisões israelenses. Depois - a meu ver até com uma certa ironia - perguntou se ele ia "fazer alguma campanha pela libertação destes prisioneiros”. Eu estava acompanhando a entrevista ao vivo e fiquei completamente exasperado com o inoportunismo da colocação. Enquanto isso, com o
Ler maisA DIFERENÇA ENTRE OS PRISIONEIROS O que mais choca nas imagens transmitidas pelos meios de comunicação na conclusão das negociações que levaram à libertação de Gilad Shalit é o flagrante contraste entre as condições de saúde do israelense libertado e dos libertados pelos israelenses. De um lado, a imagem de um jovem esquálido e confuso reflete bem os terríveis dias em que esteve nas masmorras palestinianas. Do outro lado, roliços, robustos e sorridentes palestinos (sic) soltos refletem o bom trato que receberem quando estavam sob custódia das autoridades israelenses. É bem provável que boa parte da mídia não observará este detalhe nem dará destaque a estas diferenças. Como dissemos no artigo anterior, a jornalista árabe insinuou uma suposta igualdade de condições legais dos dois tipos
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