NO MEIO DA MULTIDÃO TINHA UMA TECNOLOGIA ISRAELENSE No meio da avenida tinha uma tecnologia, tinha uma tecnologia no meio da avenida. O Instituto Datafolha de Pesquisas disse que havia 450 mil pessoas na manifestação deste domingo, 13 de Março, na Avenida Paulista em São Paulo. Depois da repercussão negativa desta informação, o Instituto corrigiu os números para 500 mil. Para os organizadores havia entre 2 e 2,5 milhões, já que os observadores não estava levando em conta as ruas adjacentes, que estavam completamente tomadas. Pelo lado das autoridades, a Secretaria de Segurança Pública dizia ter 1.400 milhão nas ruas. Tudo "estimativa". No final da noite veio a surpresa: Havia uma empresa monitorando o número de pessoas através de um complexo sistema que mescla estimativas com o rastr
Ler maisCategoria: Curiosidades
JUDEUS E GENTIOS EM PORTUGAL
Café próximo da Sinagoga Beit Eliahu em Belmonte onde a população judaica é significativa B DE BACA OU V DE VOLA? Convidei um minhoto para tomar café da manhã, ou melhor, convidei-o para um pequeno-almoço, que é como se diz por aqui. "Abisa antes", pediu-me. Abisei. Ele não foi. Um amigo norte-americano ouviu um atleta reclamar que o adversário havia “vatido” na sua barriga e minha filha, boquiaberta, disse que uma colega de classe perguntou à professora se determinada palavra era escrita com “b” de “baca” ou “v” de “vola”. Bem vindo ao Portugal judaico. A troca do v por b – e vice-versa – aliado à introspecção, à reserva, às barreiras sociais e à outras tradições ou vícios de linguagem é uma característica da herança judaica que paira sobre Portugal. Há sinais da passagem dos judeus ...
Ler maisPRIVILÉGIO DE POUCOS AO ALCANCE DE TODOS Roberto Kedoshim com alunos de Arqueologia em um sítio arqueológico na Galileia DOS ROLOS DAS CASAS PERNAMBUCANAS AOS ROLOS DE QUMRAN Sempre gostei de coisas velhas e, como diria Pascal, por uma dessas razões que a própria razão desconhece, desde a mais tenra idade tive uma visão voltada para a preservação da História. Na década de 1970, em Salto Grande, São Paulo, passei a guardar exemplares do Pravda, obtidos mediante solicitações enviadas para diversas representações diplomáticas de Brasília, solicitações estas que eram respondidas apenas pelas embaixadas do Reino Unido e da União Soviética. Também não sei porque guardava exemplares do Pravda, talvez por ter uma tênue ideia de que aquele “império” um dia viesse a ruir e os periódicos, de
Ler maisVINGANÇA DA HISTÓRIA Esta simpática casa fica no bairro de Campo Belo, em São Paulo. Surgido na década de 30, a partir do loteamento de um terreno pertencente a uma família de origem alemã, o bairro passou a ser habitado por imigrantes oriundos da Alemanha. Naquele tempo, as notícias vindas da Europa enchiam os alemães de orgulho e em homenagem a um líder emergente, a via onde fica a simpática casa foi batizada de Rua Adolf Hitler. Quando estourou a guerra, e Adolf Hitler mostrou-se ser quem realmente era, referências a empresas ou instituições ligadas aos países do Eixo foram banidas do quotidiano brasileiro. Nada que fosse italiano, nipônico ou alemão eram bem vistos. Nesta altura, mudaram o nome da rua de Adolf Hitler para Rua Gil Eanes. Hitler todo mundo sabe quem foi e princi
Ler maisROSE HAMID
DONALD TRUMP, A MUÇULMANA E O JUDEU TOLO. Admiro, respeito e defendo a Ética Judaica, mas a tolice é algo inaceitável, incompatível e até mesmo condenado pelo judaísmo. O judeu Marty Rosenbluth protesta ao lado da muçulmana Rose Hamid Donald Trump estava fazendo um comício na cidade de Rock Hill, na Carolina do Sul, nesta sexta-feira, 8, quando uma muçulmana entrou no recinto usando a tradicional roupa preta e o hijab. Sobre a roupa, a mulher havia colocado uma camiseta azul onde podia-se ler “Salam, eu venho em paz”. A mulher não foi incomodada quando aproximou-se do local do evento, sua entrada não foi impedida e nem mesmo foi deslocada da posição extremamente visível que escolheu para ficar: atrás do palanque onde Trump discursava. Embora cercada por centenas de simpatizante das p
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