PERPLEXIDADE ENTRE FEMINISTAS E ABORTISTAS BRASILEIRAS
CONSERVADORA ASSUMA A SECRETARIA DE POLÍTICA PARA AS MULHERES A socióloga Fátima Lúcia Pelaes é fruto de um estupro. Sua mãe, que estava presa acusada de um crime passional, foi violada na cela, crime que resultou numa gravidez indesejada. Aconselhada por amigas a abortar, recusou-se a fazê-lo. Depois do parto, a menina Fátima passou a primeira infância na cadeia, sendo que a maior parte do tempo viveu entre quatro paredes, em meio a presidiárias. Depois que cresceu, e sem condições de acessar escolas pagas, estudou no sistema público de ensino, onde acabou por formar-se em Ciências Sociais. Como socióloga, tornou-se uma feminista militante e, paradoxalmente, uma defensora ferrenha do aborto. Entrou para a política tornando-se Deputada federal pelo seu Estado, o Amapá. Boa parte dos s
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